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Morte de paciente contaminado em sessão de hemodiálise passa a ser investigada como homicídio

Acidente com ácido na clínica resulta em investigação policial e apuração da saúde pública

JR na TV|Do R7

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No Rio de Janeiro, a morte de um paciente contaminado numa sessão de hemodiálise passou a ser investigada como homicídio. Um ácido usado na limpeza do equipamento teria sido aplicado na vítima por engano. Foram 19 dias em coma. Bruno Rodrigues Ventura dos Santos, de 29 anos, morreu em uma unidade de saúde, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. Ele tratava uma doença nos rins desde o ano passado. 

No dia 20 de agosto, Bruno passou mal durante uma sessão de hemodiálise em uma clínica particular conveniada ao SUS. O laudo emitido no pronto-socorro - para onde foi transferido - identificou intoxicação por ácido peracético. A substância é usada na limpeza do equipamento que filtra o sangue. A suspeita é que o produto tenha parado acidentalmente na corrente sanguínea do paciente. A/direção da clínica não se pronunciou. 

Após a morte, a delegacia passou a investigar o caso como homicídio culposo (quando não há intenção de matar). Testemunhas já foram ouvidas e o inquérito está na fase final. A secretaria de Saúde de São Gonçalo informou que também apura os responsáveis pelo incidente.  

"A clínica sempre vai ter o que a gente chama de responsabilidade civil objetiva. Então, independente do dolo ou culpa do funcionário, a clínica sempre vai responder ali objetivamente", disse Petter Ondeza, advogado criminalista e especializado em Direito do Consumidor. 


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