Logo R7.com
RecordPlus
JR 24H

Morte por doença de Chagas é registrada no Pará e acende alerta para processamento seguro do açaí

O protocolo sanitário inclui lavagem com água potável; imersão por 10 segundos em água a 90 graus celsius, além de resfriamento por 2 minutos em água limpa

JR na TV|Do R7

  • Google News

Com a confirmação de casos da doença de Chagas no Pará, a atenção das autoridades de saúde se volta para o processamento seguro do açaí. Uma morte provocada pela doença foi registrada em Ananindeua, no último domingo (4). Ronald Maia morreu aos 26 anos, ele tomava açaí todos os dias e não imaginava que o alimento poderia estar contaminado pelo protozoário que causa a doença de Chagas.  

A Secretaria de Saúde de Ananindeua disse que intensificou vistorias em estabelecimentos da cidade e um ponto suspeito de ter comercializado o açaí contaminado foi interditado. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, em 2025 no Pará foram confirmados 484 casos e 8 mortes da doença de Chagas.  

Dados que acendem um alerta sobre toda a cadeia produtiva do açaí. Por isso seguir as boas práticas de higienização do fruto é fundamental para evitar a contaminação pelo barbeiro. O protocolo sanitário inclui lavagem com água potável; imersão por 10 segundos em água a 90 graus celsius, além de resfriamento por 2 minutos em água limpa. O choque térmico elimina o protozoário sem alterar o sabor do alimento. A doença não está no açaí, a doença está no processamento que tem que ser feito rigorosamente.  

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 700 notificações da doença de Chagas, no ano passado. O SUS oferece diagnóstico e tratamento com medicação eficaz na fase aguda da doença. 

O PlayPlus agora é RecordPlus: mais conteúdo da RECORD para você, ao vivo e de graça. Baixe o app aqui!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.