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MPF e MPMG rompem contrato com associação responsável por assistência às vítimas de Brumadinho

A decisão aconteceu após a identificação de supostas irregularidades

JR na TV|Do R7

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O Ministério Público Federal e o Ministério Público de Minas Gerais decidiram romper o contrato com uma associação responsável por dar assistência às vítimas da tragédia de Brumadinho. A decisão aconteceu após a identificação de supostas irregularidades. O fim do contrato surpreendeu as famílias.  

A Aedas -- Associação Estadual de Defesa Ambiental e Social -- geria os recursos do acordo de reparação da tragédia de Brumadinho -- que deixou 272 mortos em 2019. A associação é uma das três assessorias técnicas independentes que dão assistência gratuita às pessoas afetadas pelo rompimento da barragem em Brumadinho. Ela é responsável por duas áreas e tem um orçamento que pode chegar a quase R$ 70 milhões.  

O termo de compromisso prevê o repasse do recurso ao longo de 30 meses, prazo que termina em dezembro. Mas, segundo o Ministério Público Federal e o Ministério Público de Minas Gerais, a associação usou o dinheiro para comprar um imóvel em Belo Horizonte. Contratar a consultoria de uma empresa ligada a um ex-funcionário e comprar carros. A Aedas nega qualquer irregularidade. Disse que toma as medidas legais cabíveis para se proteger e garantir o direito das pessoas atingidas. 


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