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Mulher cadeirante afirma que foi constrangida por tripulação em voo que saiu de Brasília

O desembarque dela e do marido só foi permitido com a presença da Polícia Federal na aeronave

JR na TV|Do R7

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Uma mulher cadeirante afirma que foi constrangida pela tripulação de uma companhia aérea, em um voo de Brasília a São Paulo. O desembarque dela e do marido só foi permitido com a presença da Polícia Federal na aeronave. O desabafo foi publicado nas redes sociais. Luciana tem distrofia muscular congênita, usa cadeira de rodas motorizada e aparelho de ventilação mecânica. Ela conta que o avião estava para decolar, quando a tripulação exigiu que ela desligasse o respirador ou mudasse de assento. Ao pousar em São Paulo, o casal notou a demora para desembarcar. O passageiro com necessidade de assistência especial tem direito a atendimento prioritário.  

A Agência Nacional de Aviação tem uma resolução específica que estabelece regras para garantir o apoio durante as viagens aéreas. A Companhia Aérea disse que pediu apoio da Polícia Federal por causa do "comportamento indisciplinado do acompanhante da passageira" e que o casal foi avisado de que o desembarque ocorreria após a chegada da PF, motivo do tempo de espera. A Polícia Federal disse que ouviu todos os envolvidos. Entre janeiro e julho foram registradas 530 queixas sobre falta de atendimento prioritário e ineficiência dos serviços para pessoas com necessidades especiais, no transporte aéreo. É quase o mesmo número de reclamações de todo o ano passado. 


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