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Número de mortos em protestos no Irã passa de 2 mil e acesso à internet está bloqueado no país

Bloqueio da internet no Irã persiste enquanto a comunidade internacional condena a repressão

JR na TV|Do R7

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No Irã, já passa de 2 mil o número de mortos nos protestos contra o regime islâmico. A quantidade de vítimas pode ser ainda maior, já que o acesso à internet está bloqueado no país há cinco dias, dificultando a confirmação de dados e a comunicação com o exterior. O regime iraniano deve realizar nesta quarta-feira (13) a primeira execução de um manifestante detido durante a onda de protestos. Erfan Soltani, de 26 anos, foi preso em casa, segundo uma organização não governamental de Direitos Humanos. Antes mesmo do início das manifestações, as penas de morte já haviam aumentado no país: em 2025, cerca de 1.500 presos foram executados, número superior ao registrado em 2024, de acordo com a ONG Iran Human Rights. Autoridades iranianas confirmaram hoje que mais de 2 mil pessoas morreram nas manifestações, sendo 1.850 manifestantes. A expectativa é de que o número cresça, já que o bloqueio da internet continua. Segundo a imprensa internacional, parte da população tenta driblar o apagão com conexões via satélite, como as fornecidas por empresas ligadas ao bilionário Elon Musk. A repressão voltou a ser condenada pela comunidade internacional. O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos afirmou estar horrorizado com a escalada da violência. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que vai propor novas sanções econômicas contra o Irã. O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, disse que um governo que só se mantém pela força mostra que o regime chegou ao fim. O Brasil, por meio do Itamaraty, lamentou as mortes e declarou que cabe apenas ao povo iraniano decidir o futuro do país.

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