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Operação para capturar Maduro foi planejada por meses e contou com aviões para driblar defesa

Os 'aviões de guerra eletrônica' também são capazes de interferir em parte da rede elétrica, o que contribuiu para os apagões na capital venezuelana

JR na TV|Do R7

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A operação para capturar Nicolás Maduro foi planejada durante meses e contou com aeronaves capazes de driblar sistemas de defesa e de comunicação. Os chamados aviões de guerra eletrônica também são capazes de interferir em parte da rede elétrica, o que contribuiu para os apagões na capital venezuelana. 
 
O secretário de Guerra, Pete Hegseth, exaltou o poderio americano. A recrutas das Forças Armadas, ele disse que um treinamento rigoroso vai prepará-los para ações como as que ocorreram na Venezuela. 
 
150 aeronaves partiram de 20 bases e de navios posicionados no Caribe rumo à capital, Caracas. Locais estratégicos foram bombardeados e alguns aviões realizaram ataques de forma eletrônica. O modelo “Growler”, projetado para causar interferências, enganou os sistemas de defesa e de comunicações venezuelanos. 
 
Os aviões ainda provocaram um apagão na rede elétrica em parte da cidade. Essas aeronaves abriram caminho para que militares a bordo de helicópteros conseguissem chegar até a base onde estavam Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores. 
 
Segundo o secretário de Guerra, uma operação assim só pôde ser feita pelas Forças Armadas dos Estados Unidos. Ainda hoje, Pete Hegseth participa de uma reunião confidencial sobre a missão na Venezuela com o presidente Donald Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio. Também estarão presentes parlamentares dos partidos Democrata e Republicano. 


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