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Oscar Schmidt acumulou recordes e vitórias durante 28 anos de carreira como jogador de basquete

Nascido em Natal, e brasiliense de formação se apaixonou pelo basquete aos 13 anos

JR na TV|Do R7

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O que não faltou ao longo da carreira de Oscar Schimidt foi emoção. Recordes, conquistas e momentos inesquecíveis do maior ídolo do basquete brasileiro. Nascido em Natal, e brasiliense de formação se apaixonou pelo basquete aos 13 anos. O talento para o esporte apareceu rápido.  

Aos 16 anos, quando já morava em São Paulo, estreou na equipe principal do Palmeiras e só parou de fazer o que amava aos 44 anos. Fez quase 50 mil pontos na carreira. Fruto de muito esforço, como revelou ao repórter Roberto Cabrini, no Câmera Record, em 2022. Tamanha determinação, resultou em grandes conquistas. Foi campeão mundial de clubes pelo Sírio em 1979. Ganhou o título nacional italiano, campeonatos brasileiros, sul-americanos. Feitos que o fizeram ser convidado para jogar na NBA, a liga americana de basquete.  

Porém, pelas regras da época, se Oscar jogasse nos Estados Unidos, não poderia mais vestir a camisa da seleção brasileira e ele escolheu o Brasil. Foi com a seleção que Oscar teve a sua maior vitória. No Pan-Americano de Indianapolis em 1987 - na final contra os Estados Unidos, o camisa 14 do Brasil fez 46 pontos, ganhou o ouro e se consagrou como o eterno 'mão Santa'. Oscar Schimidt passou mais da metade da vida em um ginásio, com a bola de basquete. Treinando  para estar entre os melhores e conseguiu. É o segundo maior cestinha de todos os tempos.  

O atleta de basquete com mais participações olímpicas, 5 no total. Um legado eternizado em conquistas e muita emoção. Oscar era chorão. Lágrimas que arrepiavam e inundavam o coração dos torcedores mais apaixonados pelo Brasil e pelo mundo afora. A cada vitória, a cada despedida. No fim, o reconhecimento de quem não esperava tanto: "Meu sonho era bem mais simples do que tem aqui. Meu sonho era só jogar na seleção brasileira." Oscar Schmidt pediu pouco da vida, mas entregou muitos sorrisos.  

Foi comentarista da RECORD, com destaque para as Olimpíadas de Londres, em 2012. Se divertia no quadro 'O desafio do Oscar", comentando outros esportes. O reconhecimento como um dos maiores jogadores da história do basquete sempre foi incontestável.  

Uma das muitas homenagens que recebeu foi na semana passada, pelo Comitê Olímpico Brasileiro que celebrou a entrada no hall da fama da entidade. Oscar não esteve presente por questões de saúde e foi representado pelo filho, Felipe, que chamou a homenagem de "último ato". Oscar deixa dois filhos, Felipe e Stefani. A esposa Cristina, companheira por quase 50 anos e que mereceu um discurso emocionado em 2013, quando Oscar foi indicado ao hall da fama da Federação Internacional. 

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