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Parlamentares cobram Alcolumbre após decisão de Gilmar Mendes em retirar prerrogativas do Congresso

Senadores criticam decisão de Gilmar Mendes e propõem devolver ao Senado julgamento de ministros do STF

JR na TV|Do R7

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A reação à decisão de Gilmar Mendes sobre o impeachment de ministros da corte foi imediata entre os parlamentares. O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, foi cobrado e leu uma nota no plenário do Senado, afirmando que: "Esta casa e sua presidência nutrem profundo respeito institucional ao STF", mas ressaltou que apenas uma alteração legislativa poderia reverter as prerrogativas retiradas, evitando ofensas à separação dos poderes. Alcolumbre também se comprometeu a avançar com a proposta que acaba com decisões monocráticas de ministros do Supremo. 

O líder do MDB, senador Eduardo Braga, pediu ao STF que mudasse a decisão, apelando para o restabelecimento da "harmonia e a independência dos poderes" para evitar uma crise institucional. A oposição convocou uma coletiva, com o deputado Luciano Zucco afirmando que a decisão confere "uma proteção absoluta" e retira o direito de qualquer brasileiro denunciar crimes de responsabilidade dos ministros. O senador Rogério Marinho criticou a situação como uma "clara tentativa de blindagem de poder". 

Parlamentares do Partido Novo apresentaram propostas de emenda à Constituição para devolver ao Senado a atribuição de abrir e julgar processos de impeachment contra ministros do Supremo. Atualmente, há 78 pedidos de impeachment no Senado, mas Alcolumbre já sinalizou que não os levaria adiante. A oposição, no entanto, planeja eleger uma maioria de senadores nas próximas eleições para afastar o ministro Alexandre de Moraes, relator na ação da trama golpista. 


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