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Piloto morre após queda de avião de pequeno porte no mar de Copacabana

De acordo com a prefeitura, a empresa responsável não tinha autorização para realizar a campanha publicitária

JR na TV|Do R7

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Um avião de pequeno porte que fazia propaganda caiu no mar da Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O piloto estava sozinho e morreu na queda. De acordo com a prefeitura, a empresa responsável não tinha autorização para realizar a campanha publicitária. 

O relógio marcava 12h27 quando uma câmera de segurança registrou a queda do monomotor. A aeronave cai no mar e afunda imediatamente. 

Em outro ângulo, é possível ver que o avião faz uma curva no ar e, logo em seguida, perde altitude e cai de bico. 

O monomotor sobrevoava a Praia de Copacabana com uma faixa de propaganda. Banhistas que presenciaram o acidente ficaram assustados. 

O Corpo de Bombeiros utilizou lanchas, botes infláveis, motos aquáticas, helicópteros e mergulhadores no trabalho de resgate. 

A força-tarefa também contou com embarcações particulares que estavam na região. O corpo do piloto foi encontrado cerca de duas horas depois e levado para o Instituto Médico Legal. 

Segundo especialistas, este teria sido o primeiro voo do piloto nesse tipo de aeronave usada para propaganda aérea. Apesar disso, ele era considerado experiente em outros modelos de avião. 

Um especialista explica que a faixa de propaganda pode ter dificultado uma eventual tentativa de salvamento. Segundo ele, o piloto precisaria se livrar da faixa, já que o equipamento gera muito arrasto e pode comprometer a última chance de realizar um pouso forçado, tentando planar até alcançar a água. 

Militares da Força Aérea Brasileira foram acionados para apurar as causas da queda. O Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, o Seripa, está à frente do caso. A análise dos destroços, documentos e imagens deve indicar se houve falha mecânica ou se o piloto enfrentou algum tipo de dificuldade durante o voo. 

Aviões de pequeno porte, como o envolvido no acidente deste sábado, não são obrigados a ter a chamada caixa-preta, que grava o áudio da cabine. Mesmo assim, especialistas acreditam que as investigações não devem ser prejudicadas. 

Para eles, é necessário pensar em um rigor maior na fiscalização, tanto por parte das autoridades quanto das empresas que operam e vendem esse tipo de serviço, para evitar novas tragédias. 

De acordo com a Prefeitura do Rio, a empresa dona da aeronave deve ser autuada por publicidade irregular. Procurados, os responsáveis pelo monomotor ainda não se manifestaram.


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