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Quatro suspeitos têm prisões temporárias decretadas por envolvimento na morte de ex-delegado-geral

A Justiça decretou as prisões temporárias por 30 dias

JR na TV|Do R7

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Quatro pessoas tiveram as prisões temporárias decretadas pela Justiça por suspeita de envolvimento na morte do ex-delegado geral de São Paulo. Para a Polícia Civil, não restam dúvidas de que o PCC participou da execução de Ruy Ferraz Fontes, em Praia Grande, no início da semana. Policiais fazem buscas por três dos suspeitos já identificados durante as investigações. As digitais de Felipe Avelino, de 33 anos, e Flávio de Souza, de 24 anos, foram encontradas em um veículo usado no crime. Já Luiz Antônio de Miranda, de 43 anos, estaria com o fuzil dos atiradores. 

A Justiça decretou as prisões temporárias por 30 dias dos três. Felipe já foi preso por tráfico de drogas e teria ligações com o PCC. Dados do celular revelaram que ele estava em Praia Grande, na Baixada Santista, no momento da execução do ex-delegado-geral. A primeira prisão, no caso, foi de uma mulher. As investigações apontam que Dahesly Pires, de 24 anos, foi contratada para buscar um dos fuzis no litoral, um dia após o assassinato. Já Luiz Antônio de Miranda, segundo a polícia, foi flagrado, antes do crime, com o segundo carro usado na execução. 

As defesas dos suspeitos não foram localizadas. Mais de oito pessoas participaram da execução de Ruy Ferraz Fontes. Quatro delas diretamente: o motorista e três atiradores. A polícia diz não ter dúvidas do envolvimento da facção criminosa. 


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