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Receita Federal revela como o crime organizado está infiltrado no setor de combustível brasileiro

A maior facção criminosa do Brasil movimentou R$ 52 bilhões em fraudes no setor de combustíveis entre 2020 e 2024

JR na TV|Do R7

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Uma megaoperação da Receita Federal revelou como o crime organizado está profundamente infiltrado no setor de combustível brasileiro. A maior facção criminosa do país movimentou mais de R$ 50 bilhões em cinco anos por meio de postos de gasolina. Boa parte do dinheiro era colocada em instituições de pagamento e fundos de investimento aparentemente legais. 

O principal centro financeiro do país - a Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo - concentrou 42 alvos da maior operação já realizada contra o crime organizado no Brasil. Segundo a investigação, instituições de pagamento e fundos de investimentos foram usados para ocultar R$ 46 bilhões entre 2020 e 2024. O dinheiro pertence à facção criminosa PCC e foi obtido a partir de fraudes aplicadas no setor de combustíveis. 

Nesta quinta-feira (28), foram cumpridos 350 mandados em oito estados. Só em São Paulo, os agentes apreenderam mais de 3000 documentos. A facção agia em todo o setor da cadeia produtiva de combustível. Importava pelo porto de Paranaguá, no Paraná; mantinha seis usinas produtoras de álcool; controlava um terminal portuário, 17 distribuidoras, quatro transportadoras e seis refinarias. E tinha mil postos de combustível e 1600 caminhões-tanque.



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