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Silvinei Vasques é detido no Paraguai depois de romper a tornozeleira eletrônica e fugir do Brasil

Condenado pela tentativa de golpe, ele rompeu a tornozeleira eletrônica na noite do dia 24 de dezembro

JR na TV|Do R7

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O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Vasques, foi detido no Paraguai, depois de fugir do Brasil. Condenado pela tentativa de golpe, ele rompeu a tornozeleira eletrônica na noite do dia 24 de dezembro. O alerta chegou quando a tornozeleira eletrônica apontou no sistema da Polícia Federal que havia algo errado.  

Os policiais chegaram na casa do ex-diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, em São José, mas não ele não foi encontrado no local. São cerca de 20 horas de carro de São José, em Santa Catarina, de onde Silvinei Vasques saiu na noite de quarta-feira (24), até Assunção, no Paraguai, local em que foi detido tentando embarcar em voo internacional a San Salvador, em El Salvador.  

A Direção Nacional de Migrações do Paraguai afirmou que Silvinei pretendia burlar o controle migratório com uma identidade de um cidadão paraguaio. O passaporte falso levava o nome de Júlio Eduardo Baez Fernandez. Ao ser detido, Silvinei ainda apresentou uma declaração pessoal às autoridades de que seria portador de um câncer grave na cabeça e, por isso, não podia falar e nem ouvir.  

Após a tentativa de fuga, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, converteu as medidas cautelares em prisão preventiva, que deverá ser cumprida na papuda, em Brasília. Silvinei Vasques havia sido condenado a 24 anos e seis meses de prisão, no último dia 16, no julgamento do núcleo 2 da trama golpista. Porém, ele usava tornozeleira eletrônica desde 2024, depois de ter sido preso e solto condicionalmente por Moraes, por tentativa de interferir no processo eleitoral de 2022.  

Na decisão, Moraes afirma que "a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é firme no sentido da decretação da prisão em razão da fuga, quando demonstrada a pretensão de se furtar à aplicação da lei penal".  

O ministro ainda deu detalhes da fuga e afirmou que Silvinei "colocou bolsas no porta-malas do carro inclusive ração e muitos sacos de tapete higiênico para o seu cachorro e saiu". Procurada pelo Jornal da Record, a defesa afirma que foi pega de surpresa com a fuga de Silvinei. 


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