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Sócios de academia onde mulher morreu intoxicada vão responder por homicídio com dolo eventual

Polícia Civil pediu a prisão temporária dos três sócios

JR na TV|Do R7

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Os sócios da academia em São Paulo onde uma mulher morreu intoxicada após uma aula de natação foram indiciados por homicídio com dolo eventual, por terem assumido o risco de morte, segundo a Polícia Civil, que também pediu a prisão temporária dos três. 

Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, morreu depois de inalar gás de cloro durante a atividade na piscina, e outras seis pessoas, entre elas uma criança de cinco anos e um adolescente, precisaram ser internadas. De acordo com as investigações, o tratamento da água era feito de forma irregular: o manobrista preparava os produtos sob orientação telefônica de um dos donos e deixava baldes de cloro ao lado da piscina para serem despejados pelos professores, sendo que a quantidade utilizada diariamente seria suficiente para uma semana inteira. 

A polícia concluiu que o funcionário não deve responder criminalmente e atribuiu responsabilidade aos proprietários, apontando descuido deliberado na manutenção da piscina. Um dos sócios admitiu ter apagado mensagens com o manobrista após a morte da aluna, e a academia segue fechada enquanto a perícia aguarda os laudos da necropsia e da água para confirmar a causa da intoxicação. 


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