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SP: professor americano morre de apendicite aguda após procurar atendimento médico e ser liberado

Clinton procurou a unidade de pronto atendimento por três dias consecutivos

JR na TV|Do R7

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Um professor americano morreu de apendicite aguda depois de procurar atendimento médico e ser liberado por três dias seguidos, no interior de São Paulo. Clinton Craddock tinha 43 anos. O professor americano morava em São José do Rio Preto, no interior paulista, desde 2017. Ele começou a passar mal uma semana antes de morrer, por causa de uma apendicite aguda.  

Clinton procurou a unidade de pronto atendimento por três dias consecutivos, mas apenas na última vez, quando já chegou em estado grave, foi transferido para a unidade de emergência. Ele foi encaminhado à Santa Casa de Rio Preto, onde passou por cirurgia, mas não resistiu.  

O apêndice fica na primeira parte do intestino grosso e inflama quando é obstruído. No Brasil, foram registradas mais de 450 mil internações por apendicite no país em cinco anos. Em nota, a Secretaria de Saúde de São José do Rio Preto declarou que vai apurar se houve alguma situação ou comorbidade que possa ter interferido no atendimento. A mãe do professor não conseguiu vir ao brasil para se despedir do filho. No velório, a dor se misturava com a indignação. 


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