Belo Horizonte registra a primeira morte por dengue em 2026
Vítima é uma idosa de 60 anos, que tinha comorbidades e morava na região do Barreiro
Minas Gerais|Andréa Silva, Record Minas

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A Prefeitura de Belo Horizonte confirmou a primeira morte por dengue na capital neste ano. A vítima é uma idosa de 60 anos, que morava na região do Barreiro e apresentava comorbidades. O óbito ocorreu em 2 de janeiro.
A dengue é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus e transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. É um sério problema de saúde pública, especialmente no caracterizada por febre alta, dores no corpo/articulações e, em casos graves, pode levar a sangramentos, choque e morte.
Os picos de dengue ocorrem geralmente nos meses mais quentes e chuvosos, concentrando-se no primeiro semestre do ano, especificamente entre janeiro e maio.
Balanço
De acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde, atualizado em 13 de fevereiro, BH contabiliza um total de 55 casos confirmados de dengue até o momento, sendo 52 em janeiro e 3 em fevereiro.
No momento, há 933 casos notificados que aguardam resultado de exames laboratoriais e avaliação epidemiológica. Outros 432 já foram investigados e descartados
A regional Nordeste e Oeste tem cada uma, 12 casos confirmados, com 159 registros suspeitos na Nordeste e 80 na Oeste. Na região da Pampulha, são 10 confirmações e 66 casos suspeitos, totalizando 76 registros. A Centro-Sul tem um total de 83 registros, sendo cinco confirmados e 78 suspeitos. Já em Venda Nova, são quatro confirmações, 115 suspeitos, totalizando 119 registros.
Outras arboviroses
O boletim aponta que, em 2026, não há casos confirmados de chikungunya em Belo Horizonte. Nove notificações seguem em investigação
Também não há casos notificados ou confirmados de zika vírus neste ano na capital
Cuidados
A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância das medidas de prevenção, como eliminação de recipientes que acumulam água parada, uso de repelente e atenção aos sintomas, principalmente em pessoas com comorbidades, que podem apresentar maior risco de agravamento da doença.
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