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Advogados pedem ao STF anulação de prisão para o primo de Aécio Neves

Frederico Pacheco de Medeiros teria transportado R$ 2 milhões em propina para o primo

Minas Gerais|Do R7 com RecordTV Minas

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Frederico Pacheco de Medeiros foi diretor da Companhia Energética de Minas Gerais durante o governo Aécio no Estado
Frederico Pacheco de Medeiros foi diretor da Companhia Energética de Minas Gerais durante o governo Aécio no Estado

A defesa de Frederico Pacheco de Medeiros, primo do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), enviou, ao STF (Supremo Tribunal Federal), nesta quinta-feira (26), um pedido de revogação da prisão preventiva dele. Medeiros foi preso no último dia 18, após ser citado na delação do empresário Joesley Santana, dono da JBS.

Medeiros foi detido na casa dele, em um condomínio de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte e encaminhado ao presídio Nelson Hungria, em Contagem, também na Grande BH. De acordo com investigações da operação Patmos, que é um desdobramento da Lava Jato, o ex-diretor da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), é suspeito de transportar R$ 2 milhões em propina paga por Joesley Batista, dono da JBS, para Neves. A quantia teria sido entregue a Mendherson Souza Lima, assessor de Zezé Perrella e cunhado de Aécio, segundo apurou a PF (Polícia Federal).


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De acordo com a assessoria do STF, não há prazo para que o pedido de revogação seja analisado. Além do agravo regimental enviado pela defesa de Madeiros, o STF também recebeu pedidos de soltura de Mendherson Souza Lima e Andrea Neves, irmã de Aécio, também presos durante a operação Patmos.


Audiência com Fachin

Na manhã desta sexta-feira, os minsitro Edson Fachin, relator da Lava Jato, recebeu os advogados de defesa de Aécio Neves, Andrea Neves, Mendherson Souza Lima e, ainda, de Frederico Pacheco de Medeiros. O teor das audiências não foi divulgado, mas segundo a assessoria do STF, nenhuma decisão foi tomada referente aos réus.

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