Minas Gerais Andarilho é suspeito de atear fogo em vendedora no meio da rua

Andarilho é suspeito de atear fogo em vendedora no meio da rua

Circuito de segurança flagrou o ataque que aconteceu na cidade de Ouro Fino, a 459 km de BH; suspeito usou clave de malabares para cometer o crime

Suspeito usou claves de malabares no crime

Suspeito usou claves de malabares no crime

Reprodução / Record TV Minas

Câmeras de circuito de segurança mostram o momento em que um homem ateou fogo no corpo de uma vendedora ambulante, no meio da rua, na cidade de Ouro Fino, no Sul de Minas Gerais, a 459 km de Belo Horizonte. O autor do crime usou claves de malabares em chamas para atacar a vítima.

O andarilho C. V. N, de 19 anos, foi preso suspeito do crime. O jovem foi encontrado na rodoviária da cidade, com a namorada, tentando embarcar em um ônibus. O casal carregava uma garrafa de gasolina.

Os vídeos gravados no local mostram o momento em que o agressor acende as claves de malabares. O homem segue em direção à vítima, joga gasolina e ateia fogo na mulher. Neste momento, um clarão aparece na imagem.

Em seguida, o suspeito corre em direção à esquina e parece não saber o que fazer. Já a vítima fica andando de um lado para o outro com o corpo em chamas. Uma outra pessoa aparece na imagem e tenta ajudar a mulher, que ainda está com a roupa em chamas.

A vítima, V. M. A. G., de 27 anos, foi levada para UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) de um hospital da cidade vizinha, Pouso Alegre, com 40% do corpo queimado. Segundo a unidade de saúde, o estado dela é grave, mas estável. A equipe aguarda uma vaga no Hospital João 23, em Belo Horizonte, que é referência no atendimento em queimaduras, para transferir a vítima.

O crime aconteceu neste domingo (11), mas as imagens só foram divulgadas agora. O jovem suspeito confessou o crime e falou que agiu por impulso. O homem alegou que a mulher queria que ele e a namorada saíssem do local onde estavam. A vítima teria ameaçado chamar um grupo para bater nos dois. A namorada dele, G. P., de 23 anos, negou participação no crime.