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Assassino finge ser mendigo para matar homem dentro de casa em BH

A vítima se encontrava sempre com um policial executado por traficantes em outubro de 2013

Minas Gerais|R7

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O criminoso invadiu a casa e efetuou os disparos
O criminoso invadiu a casa e efetuou os disparos

Um usuário de drogas foi assassinado na manhã desta segunda-feira (17), dentro de casa, na rua Serrania do Oeste, no bairro Padre Eustáquio, na região noroeste de Belo Horizonte. O ajudante de pedreiro, Juliano Barbosa de Freitas, de 38 anos, era usuário de drogas e se encontrava frequentemente com um policial civil que também era viciado e acabou executado por traficantes em outubro de 2013. A Polícia Militar suspeita que os crimes tenham alguma ligação.

De acordo com a Polícia Militar, o dependente químico foi atingido na região da cabeça e morreu antes da chegada do socorro. O corpo dele foi reconhecido por uma tia, que revelou aos militares do 34º Batalhão que, provavelmente, o crime foi um acerto de contas, já que o baleado tinha dívidas relacionadas ao seu vício em drogas. No entanto, ela afimou desconhecer a autoria do assassinato.


O assassino de Freitas fingiu ser mendigo e passou horas enrolado em um cobertor, de tocaia, na porta da residência da vítima. Depois de perguntar duas vezes pelo homem, o criminoso invadiu a casa e disparou contra ele.

Cerca de 30 minutos antes do ocorrido os parentes da vítima tínham saído de casa para ir à padaria e viram o autor dos tiros enrolado em um cobertor se passando por mendigo na porta da casa.


O ajudante de pedreiro tinha passagem na polícia por roubo e furto. Ele já estava ameaçado de morte, de acordo com a PM.

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A relação com o policial

Juliano de Freitas era visto frequetemente com o investigador da Polícia Civil Wellington de Oliveira, de 43 anos, que era usuário de crack. O oficial estava afastado das funções quando em outubro de 2013 foi assassinado por traficantes de drogas.


De acordo com a PC, o policial percorria pontos de vendas de drogas na Vila São José para extorquir traficantes. Ele obrigava os marginais a entregar pedras de crack para sustentar o próprio vício.

O suspeito do homicídio do oficial foi preso. A PM não descarta a possibilidade dos assassinatos estarem relacionados.

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