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Justiça bloqueia mais de R$ 1 milhão nas contas de Renê Júnior e delegada em Belo Horizonte

Filha do gari Laudemir Fernandes, de 15 anos, busca reparação pela morte do pai em ação judicial

Balanço Geral MG|Do R7

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A Justiça determinou o bloqueio de R$ 1,2 milhão em contas e aplicações de Renê da Silva Nogueira Júnior, assassino confesso do gari Laudemir Fernandes, e da mulher dele, a delegada Ana Paula Balbino. A decisão ocorreu no processo em que a filha de Laudemir, de 15 anos, pede reparação pela morte do pai.

O juiz considerou que o inquérito policial e o atestado de óbito da vítima indicam que Renê tem "elevada probabilidade" de ser condenado a reparar os danos causados e que a responsabilidade civil de Ana Paula também foi levada em conta, já que ela falhou na guarda do revólver usado no crime.

Uma ordem de restrição de todos os veículos registrados em nome dos réus também foi expedida. O magistrado ainda pediu as últimas três declarações de imposto de renda dos réus e a indisponibilidade de bens imóveis deles em todo o país.

Relembre o caso

O gari foi morto com um tiro enquanto trabalhava na coleta de lixo no bairro Vista Alegre, na região Oeste de Belo Horizonte, no dia 11 de agosto. Laudemir tinha 44 anos e deixou uma filha de 15 anos.

Segundo a investigação, Renê teria se irritado com o trânsito, ameaçado a motorista do caminhão da equipe e atirado na vítima. Ele foi preso em uma academia de luxo e está preso desde então.

Com a conclusão das investigações, Renê e a mulher foram indiciados pela Polícia Civil. O Ministério denunciou o gestor comercial por homicídio qualificado, porte ilegal de arma de fogo, ameaça e tentativa de fraude processual. A acusação de Renê da Silva Nogueira Júnior foi acompanhada de três qualificadoras: motivo fútil, perigo comum e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

A delegada não foi denunciada. Como os crimes aos quais Ana Paula foi denunciada têm penas mínimas somadas menores que quatro anos, é permitido o estabelecimento do Acordo de Não Persecução Penal. A acusação de Ana Paula foi desmembrada e o processo será enviado para uma das varas criminais da capital mineira.

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