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Policial militar vai a júri popular acusado de matar técnico em mineração com tiro na nuca em MG

Família da vítima cobra justiça e denuncia que PM, de folga, teria atirado após discussão por causa de um carro estacionado

Balanço Geral MG|Do R7

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A família de Joaquim Aleixo Sabino Júnior, de 32 anos, se reuniu nesta terça-feira (01) em frente ao fórum de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, para cobrar justiça. O técnico em mineração foi morto em setembro de 2022 com um tiro na nuca, após uma briga na porta do lava-jato da família. O acusado é o cabo da Polícia Militar Anderson de Oliveira Pedroso, que estava de folga no dia do crime.

O caso aconteceu quando o PM foi buscar o carro no lava-jato, mas não o encontrou. O veículo havia sido deixado em uma rua próxima, câmeras de segurança mostram o momento em que o carro é estacionado no local. Segundo a família da vítima, o policial estava alcoolizado e reagiu de forma agressiva ao não ver o automóvel. Parentes de Joaquim relatam a falta da vítima, “O meu irmão nunca bebeu, nunca fumou, menino que nunca usou uma droga, nada. Estava no melhor momento da vida dele, pai de duas filhas maravilhosas. As filhas dele ainda perguntam quando que o pai vai chegar”, desabafa o irmão.

A defesa afirma que o policial agiu em legítima defesa e que não há provas de que estivesse alcoolizado. O PM está sendo julgado, por homicídio duplamente qualificado.

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