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Três suspeitos de tentativa de sequestro são mortos durante perseguição em Minas Gerais

Vítimas seriam empresários do ramo de pedras preciosas em Taquaraçu de Minas; suspeitos queriam obter R$ 4 mi com sequestro

Balanço Geral MG|Do R7

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O serviço de inteligência da Polícia Militar de Minas Gerais interceptou, nesta terça-feira (29), uma quadrilha que planejava sequestrar uma família em Taquaraçu de Minas, na região Metropolitana de Belo Horizonte. As vítimas seriam empresários no ramo de pedras preciosas. Ao todo, foram identificadas nove pessoas envolvidas no caso. Três morreram e outras três foram presas.

O grupo começou a ser investigado após uma denúncia anônima. Para a ação, guarnições da ROTAM (Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas) posicionaram viaturas ao longo da rodovia para interceptar o carro do grupo. Os suspeitos foram abordados e fugiram.

Durante a perseguição, três ocupantes do veículo trocaram tiros com os militares e foram atingidos. Todos morreram. No veículo, militares encontraram cinco armas, munições, drogas e dinheiro.

Uma mulher, identificada como “Branca de Neve”, foi presa próximo à casa das vítimas e apontada como a olheira do grupo. Ela teria se instalado em Taquaraçu de Minas para acompanhar a rotina da família.

A suspeita indicou à polícia um sítio em Jaboticatubas, também na Grande Belo Horizonte, que seria o local do cativeiro. No local, foram apreendidas outras três pessoas que, conforme a PM, eram moradores da região.

Segundo a polícia, o plano foi tramado por um homem identificado como Marcelo Dupel, que era foragido da Justiça. Ele está foragido e foi condenado a 40 anos de prisão por sequestro de gerentes bancários, assalto a bancos e joalherias.

Além do homem apontado como chefe da quadrilha, outros dois suspeitos também foram identificados e estão foragidos. Eles são do Mato Grosso do Sul e iriam vigiar e manter o cativeiro.

Os presos foram encaminhados à delegacia. Durante os depoimentos, os suspeitos revelaram que a ideia dos assaltantes era obter R$ 4 milhões com o sequestro. Os corpos dos homens mortos foram levados ao IML (Instituto Médico-Legal) de Belo Horizonte.



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