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Braço direito de Fernandinho Beira-Mar é sepultado em BH

Considerado um dos maiores traficantes de Minas Gerais, Roni Peixoto foi assassinado na Grande BH, na segunda-feira (11)

Minas Gerais|Regiane Moreira, da RecordTV Minas

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Roni Peixoto era um dos traficantes mais conhecidos do estado
Roni Peixoto era um dos traficantes mais conhecidos do estado

O corpo de Roni Peixoto, um dos traficantes mais conhecidos de Minas Gerais, foi sepultado nesta terça-feira (12), no Cemitério Bosque da Esperança, localizado no bairro Jaqueline, em Belo Horizonte. 

O ex-braço direito do traficante carioca Fernandinho Beira-Mar também era apontado como o responsável por introduzir o crack na capital mineira. Ele foi morto a tiros, no começo da manhã de segunda-feira (11), em Santa Luzia, na região metropolitana. Durante o velório, familiares e amigos não quiseram comentar a morte.


Peixoto foi detido pela primeira vez em 1997, em um sítio na cidade de Betim, também na Grande BH. Ele ficou 24 anos e seis meses preso em regime fechado.

Em 2019, com um alvará expedido pela Vara de Execuções Penais de Ribeirão das Neves, ganhou o direito de terminar de cumprir a pena em regime semiaberto. Desde então, passou a morar em Santa Luzia, onde foi executado.


O crime aconteceu na porta da casa do ex-traficante, nas primeiras horas do dia. O carro dirigido por ele ficou atravessado na rua. Peixoto foi surpreendido por atiradores armados quando chegava em casa.

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Atualmente, Roni Peixoto trabalhava como auxiliar de serviços gerais em um cemitério de Santa Luzia e também como motorista de aplicativo, para completar a renda. Ele havia se convertido e estaria frequentando uma igreja evangélica. Nos últimos três anos, segundo a PM, Roni não se envolveu em ocorrências policiais.

A motivação e a autoria do crime estão sendo investigadas pela delegacia especializada em homicídios de Santa Luzia. Por meio de nota, a Polícia Civil informou que não descarta nenhuma linha investigativa. Até o momento, ninguém foi preso.

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