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Caldo de mocotó mais famoso de BH completa 50 anos

O restaurante Nonô serve cerca de 900 canecos por dia

Minas Gerais|Do R7, com Record Minas

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Caldo de mocotó de Nonô ganhou até livro
Caldo de mocotó de Nonô ganhou até livro
Nonô morreu em 1973, mas a receita do caldo continua na família
Nonô morreu em 1973, mas a receita do caldo continua na família

O restaurante Nonô - O rei do mocotó, que fica no centro de Belo Horizonte, completou 50 anos. O caldo, famoso na capital mineira, virou tradição e ganhou até livro: Nonô - O rei do caldo de mocotó - 50 anos de tradição, escrito por Osias Ribeiro Neves.

O próprio Nonô, Raimundo Assis Corrêa, morreu em 1973 com 50 anos. Atualmente os filhos são os donos do restaurante. Décio dos Santos, um dos proprietários, se dedica à cozinha.


— É um trabalho que tem que ser feito com muito carinho.

São servidos em média 900 canecos de 300ml por dia ao preço de R$7. Em dias frios, o número pode ultrapassar 1.400. O Nonô fica aberto 24h de segunda a sábado.


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No restaurante o caldo de mocotó tem os ingredientes básicos, como o pé de boi e o caldo de galinha, mas se o cliente quiser também pode ter bacon, limão, e ovos de codorna. Quando o fundador do restaurante, abriu o estabelecimento a receita do prato tradicional se formou aos poucos, segundo Osias Ribeiro Neves.

— Ele [Nonô] foi experimentando fazer o caldo por uns seis meses por sugestão de um amigo dele. Ele distribuiu caldo de graça, recebia opinião de amigos, e assim acabou formando esse caldo famoso. Foi criado um patrimônio imaterial.

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