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Capivaras capturadas na Lagoa da Pampulha têm bactéria da febre maculosa

Em fevereiro deste ano, um jovem morreu com a doença em Belo Horizonte

Minas Gerais|Do R7

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Expectativa é recolher todos os animais até o fim de ano
Expectativa é recolher todos os animais até o fim de ano

Mais da metade das capivaras capturadas na orla da Lagoa da Pampulha apresentaram sorologia positiva para a bactéria da febre maculosa. Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte, os exames apontaram 28 dos 46 animais recolhidos na região tiveram algum contato com a doença. Isso não significa que eles estão doentes, mas hospedam a bactéria que pode ser transmitida ao homem pelo carrapato-estrela.

Os resultados foram divulgados na última quinta-feira (21) e motivou uma reunião entre Ministério Público de Minas Gerais, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente). Entretanto, ainda não foi definido o que será feito com os animais que possuem a bactéria


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A remoção das capivaras teve início em setembro e foi motivada pela morte de um jovem vítima da febre maculosa em fevereiro deste ano na capital mineira. Samir Assi, de 20 anos, praticava hipismo e sempre andava de bicicleta na orla da Lagoa da Pampulha.

Um levantamento feito pela Prefeitura revelou que aproximadamente 100 capivaras viviam na orla no início deste ano e, até agora, apenas metade foi recolhida. Após a captura, os animais são levados para uma área cercada do Parque Ecológico da Pampulha e têm sangue coletado para a realização dos exames.

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