Minas Gerais Chuvas em Minas Gerais deixam 2.664 desalojados em 24 horas 

Chuvas em Minas Gerais deixam 2.664 desalojados em 24 horas 

Em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, o nível do rio Paraopeba subiu 3 m e invadiu casas de nove famílias 

  • Minas Gerais | Ana Gomes, do R7, com Lucas Eugênio*, da Record TV Minas

Período chuvoso começou em outubro de 2021

Período chuvoso começou em outubro de 2021

Divulgação/Emater - MG

Minas Gerais registrou 2.664 desalojados e 96 desabrigados nas últimas 24 horas por causa das chuvas. Com o aumento, o estado contabiliza 52.079 pessoas que deixaram suas casas e foram para imóveis de parentes ou amigos, e outras 8.577 que precisaram de abrigo público.

Os dados foram divulgados, neste sábado (12), pela Defesa Civil e são referentes ao período chuvoso, que começou em outubro do ano passado. Até o momento, 420 municípios decretaram situação de emergência por causa dos temporais.

Ainda segundo a corporação, 25 pessoas morreram em decorrência das chuvas. Os óbitos foram registrados nas seguintes cidades: Uberaba, Coronel Fabriciano, Nova Serrana, Engenheiro Caldas, Pescados, Montes Claros, Betim, Belo Horizonte, Dores de Guanhães, São Gonçalo do Rio Abaixo, Ervália, Caratinga, Ouro Preto, Perdigão, Santana do Riacho, Contagem e Claro dos Poções. As dez vítimas da tragédia de Capitólio não serão contabilizadas até o fim das investigações.

Chuva em Betim

Nível do rio Paraopeba aumentou com a chuva

Nível do rio Paraopeba aumentou com a chuva

Prefeitura de Betim

Nove famílias ficaram desabrigadas, neste sábado (12), no bairro Colônia Santa Isabel, em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, depois que o nível do rio Paraopeba subiu 3 m e invadiu os imóveis.

O ponto mais atingido foi a rua da Pedreira, local onde as famílias moram. Elas foram notificadas pela Defesa Civil sobre o risco de inundação, pois a Prefeitura de Betim monitora a região desde o dia 10.

As pessoas desabrigadas foram levadas para casas de parentes e receberam cestas básicas, até que sejam incluídas no benefício de auxílio habitacional da administração municipal.

Essa não é a primeira vez que os moradores enfrentam os efeitos das chuvas neste ano. Em janeiro, várias ruas do bairro também foram alagadas com a cheia do rio e centenas de famílias ficaram desabrigadas. Na época, os moradores sofreram com a lama grossa nas casas depois que as águas abaixaram.

* Estagiário sob supervisão de Ana Gomes

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