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Polícia detalha investigação que indiciou empresário e delegada envolvidos em morte de gari em BH

Renê da Silva Nogueira Júnior vai responder por homicídio duplamente qualificado, ameaça e porte ilegal de arma, com pena que pode chegar a 35 anos

Cidade Alerta|Do R7

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Durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira (29), a Polícia Civil de Minas Gerais revelou detalhes sobre a investigação do assassinato do gari Laudemir Fernandes em Belo Horizonte no dia 11 de agosto. As apurações mostraram que, no mesmo dia do crime, o autor confesso Renê da Silva Nogueira Junior, fez diversas pesquisas no celular sobre as consequências jurídicas de “atirar em alguém”. Além disso, dados telemáticos do carro usado no crime revelaram que ele chegou a usar um comando de voz para sintonizar uma rádio de notícias, em busca de informações sobre a repercussão da morte do gari. Para os investigadores, esses indícios comprovam que ele tinha plena consciência do que havia feito.

De acordo com a Polícia, Renê demonstrava um “fascínio” por armas. Nas conversas e imagens extraídas do celular, foram encontrados fotos e vídeos em que ele aparece portando a arma da esposa e até utilizando o distintivo dela em diversas circunstâncias. Essas provas reforçaram para a polícia a conclusão de que a delegada sabia que o marido usava a arma dela em diferentes ocasiões, o que fundamentou o indiciamento dela por porte ilegal de armas.

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