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Conselho Regional de Minas Gerais lança cartilha ética para estudantes de Psicologia nas redes sociais

Cartilha orienta que alunos não se identifiquem como "psicóloga(o)", "psi" e "psicóloga em formação"

Minas Gerais|Do R7

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Cartilha foi feita a partir de dúvidas e denúncias recebidas pelo Setor de Orientação e Fiscalização do CRP-MG
Cartilha foi feita a partir de dúvidas e denúncias recebidas pelo Setor de Orientação e Fiscalização do CRP-MG Divulgação/Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais

Os estudantes de psicologia contam agora com uma cartilha para o uso de redes sociais. Criada pelo Conselho Regional de Minas Gerais, a iniciativa se deu visando criar códigos éticos para os alunos que produzem conteúdo sobre temas relacionados à área. 

Diferentemente do que acontece com profissionais formados, que devem seguir normativas para que a comunicação em plataformas aconteça de forma ética, até então, estudantes não possuíam códigos que descrevessem esses limites. A cartilha foi montada a partir de dúvidas e denúncias recebidas pelo Setor de Orientação e Fiscalização do CRP-MG. O setor constatou equívocos cometidos por estudantes ao fazer uso das redes sociais


A cartilha orienta, por exemplo, que os estudantes não se identifiquem como “psicóloga(o)” ou por termos que "possam confundir as(os) seguidoras(es) sobre a posição"; como “psi” e “psicóloga em formação”. A cartilha alerta que essas nomeações podem configurar suposto exercício ilegal da profissão.

Outras atitudes não são recomendadas, como "publicar depoimentos de clientes/pacientes de estágio"; "ofertar “aconselhamento psicológico” por meio de recursos como caixa de perguntas e comentários"; criar grupos terapêuticos online, com intervenções embasadas no exercício da Psicologia, sem vínculo de estágio; entre outras. 


Dentre as ações liberadas, há: criar grupos de conversa e reflexão sobre a Psicologia enquanto ciência, bem como grupos de estudo; publicar informações sobre rotina e métodos de estudo e Publicar dicas de onde as pessoas podem encontrar auxílio psicológico. 

A cartilha completa está disponível neste link. 

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