Corpo de bebê, morto durante parto, ficará no IML de BH por 30 dias para exames
A família acusa uma das médicas presentes à sala de operação de ter arrancado a cabeça da criança
Minas Gerais|Maria Luiza Reis, do R7 e Núbia Roberto, da Record TV Minas

O corpo da bebê que morreu durante o nacimento no dia 1º de maio, no Hospital das Clínicas de Belo Horizonte, permanecerá no (Instituto Médico Legal) IML da capital mineira por 30 dias para a realização de exames complementares. A família acusa uma das médicas presentes à sala de operação de ter arrancado a cabeça da criança.
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Ranielly Santos, de 33 anos, estava grávida de sete meses e entrou em trabalho de parto induzido. Segundo a mãe, a bebê tinha uma malformação nos pulmões, identificada por cistos encontrados em exames de imagem. Mesmo com o risco de a menina não sobreviver após o parto, seu coração, segundo os pais, batia momentos antes de ela ser retirada do útero.
O pai da recém-nascida, Victor da Silva, esteve presente durante o trabalho de parto. Ele diz ter estranhado a alta dosagem de medicamento dado à companheira, mas afirma que, no início, tudo parecia normal, até que a criança começou a nascer.
O marido se desesperou quando viu a filha sem vida e chegou a ser retirado da sala por uma equipe de segurança. Ranielly diz ter sido sedada após o parto. Quando acordou, recebeu apenas o corpo da filha.
Em nota, o Hospital das Clínicas lamentou a morte e informou que foi aberto um processo administrativo interno para a apuração dos fatos. Segundo o hospital, a equipe médica "realizou todos os esforços para garantir a vida da gestante e está empenhada em esclarecer os fatos com transparência e agilidade".
A Polícia Civil investiga o caso.














