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Desembargadora do TJMG defende maior representação feminina e comunicação em prol da população

Em entrevista ao MGR na Polícia, Áurea Brasil também comentou sobre projetos sociais desenvolvidos pelo Tribunal de Justiça

Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7

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Desembargadora destaca papel da comunicação
Desembargadora destaca papel da comunicação Lucas Eugênio / R7 - 04.01.2024

A maior participação das mulheres nos espaços de poder foi um dos temas abordados com a desembargadora Áurea Brasil, do TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), nesta quinta-feira (4), durante participação no quadro MGR na Política, da Record Minas.

A magistrada defende atenção ao assunto para promover uma sociedade mais democrática. “Essa pauta é importantíssima. Não é uma pauta só do poder judiciário, só da sociedade de Minas Gerais e nem só do país. É uma pauta global. A ONU [Organização das Nações Unidas] estabeleceu como um dos objetivos de desenvolvimento sustentável para a agenda 2030 alcançar a igualdade de gênero”, comenta.


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Segundo Áurea, as mulheres representam 35% dos juízes em Minas Gerais e 20% dos desembargadores. “Os bancos das faculdades são ocupados pela maioria de mulheres, mas pesquisas também demonstram que, não obstante a isso, nos concursos elas ainda se inscrevem em número menor que os homens. Mas isso não impede que estejam em igual passo em relação à aprovação. Em Minas Gerais, até hoje, nenhum concurso teve maioria de mulheres”, comenta.

A desembargadora Áurea Brasil ocupa atualmente o cargo de superintendente de mídias do TJMG. O órgão está presente nas principais redes sociais, tem site própria, canal de TV e estação de rádio. Na visão da magistrada, as plataformas servem como meio de ligar a população ao dia a dia do judiciário.


“Todos esses veículos são usados como forma de passar à população não apenas informações sobre os julgamentos do Tribunal, que interessam toda população mineira, como também sobre o que é o poder Judiciário, os serviços que são prestados e a forma como trabalhamos”, destaca.

Durante a entrevista, a desembargadora ainda comentou sobre os projetos sociais desenvolvidos pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Assista à íntegra:

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