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Diretor da UPA de São João del-Rei (MG) é afastado após denúncias de assédio sexual

Conforme relato, o gestor teria feito insinuações de cunho sexual reiteradas, além de promessas de benefícios profissionais

Minas Gerais|Maria Luiza Reis, do R7 e Leandro Wagner, da Record Minas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Afastamento preventivo do diretor da UPA de São João del-Rei após denúncias de assédio sexual.
  • A Prefeitura anunciou a medida e assegurou a colaboração com as investigações.
  • Denunciante relata assédio desde outubro de 2025 e cita interferências indevidas no corpo clínico.
  • Vítima possui provas das condutas, e o caso segue sob apuração das autoridades competentes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Denunciante informou ainda que possui provas das condutas relatadas, incluindo testemunhas e vídeos Divulgação/Prefeitura de São João del-Rei

A Prefeitura de São João del-Rei, a 180 km de Belo Horizonte, afastou, de forma preventiva, o diretor da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município após a divulgação de denúncias de assédio sexual envolvendo o gestor. A medida administrativa foi anunciada na última sexta-feira (17), por meio de nota oficial da administração municipal e da Secretaria Municipal de Saúde.

Segundo o comunicado, o afastamento ocorre enquanto as apurações seguem em andamento, dentro dos trâmites legais e conforme a legislação vigente. A Prefeitura afirmou ainda que não compactua com práticas de assédio ou qualquer conduta que viole a dignidade, os direitos e os princípios da administração pública, e que seguirá colaborando com as autoridades competentes.


Denúncia relata assédio, ameaças e coações

Segundo registro policial, uma funcionária da unidade, relatou que estaria sendo vítima de assédio sexual desde outubro de 2025, supostamente praticado pelo então diretor da UPA, Alan Ivan Barros Tavares, ocupante de cargo de indicação pública.

Conforme o relato, o gestor teria feito insinuações de cunho sexual reiteradas, além de promessas de benefícios profissionais e comentários considerados ofensivos e vexatórios. A denunciante também afirma que o diretor realizava interferências indevidas nas condutas médicas do corpo clínico, o que, segundo ela, colocaria em risco pacientes e profissionais da unidade.


Ainda segundo o registro, a funcionária relatou ameaças, coações e intimidações, incluindo referências à sua vida pessoal e à rotina de sua filha menor de idade, o que teria causado medo pela própria integridade física.

A vítima afirmou que, por receio de perder o emprego, permaneceu em silêncio durante meses, apesar de ter desenvolvido crises de ansiedade e mal-estar, e que decidiu procurar as autoridades após um episódio ocorrido no último dia 15 de janeiro, quando teria sido exposta de forma vexatória diante de outras pessoas, inclusive em grupos internos de trabalho.


Provas e investigação

A denunciante informou ainda que possui provas das condutas relatadas, incluindo testemunhas e vídeos, que devem ser analisados no curso da investigação.

A Prefeitura de São João del-Rei informou que continuará acompanhando o caso e reforçou que todas as providências cabíveis estão sendo adotadas.


O caso segue sob apuração das autoridades.

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