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‘Ele ia muito lá, jamais pensei que era capaz de fazer isso’, diz mãe de vítima do ataque dentro de padaria na Grande BH

Suspeito de 30 anos foi preso na madrugada desta quarta-feira (11); após o crime, a família decidiu colocar o comércio à venda

Minas Gerais|Verônica Reis*, do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Triplo homicídio em padaria na Grande BH chocou a comunidade.
  • Suspeito de 30 anos, conhecido da família, foi preso na madrugada de quarta-feira.
  • Vítimas incluem Emanuely, de 14 anos, que tentou ajudar sua prima durante o ataque.
  • A família decidiu vender a padaria após o trágico evento e busca justiça.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Suspeito de 30 anos foi preso na madrugada desta quarta-feira (11); após o crime, a família decidiu colocar o comércio à venda
Suspeito de 30 anos foi preso na madrugada desta quarta-feira (11); após o crime, a família decidiu colocar o comércio à venda

Uma semana após o triplo homicídio que abalou o país, a família de Emanuely Geovana Rodrigues Seabra, de 14 anos, uma das vítimas do ataque em uma padaria no bairro Lagoa, em Ribeirão das Neves, na região Metropolitana de Belo Horizonte, falou sobre a prisão do suspeito. Amanda Rodrigues, mãe de Emanuely, conta que o homem de 30 anos preso na madrugada desta quarta-feira (11), era conhecido da família.

“Ele ia muito lá, tomava café de manhã e à tarde, todo mundo o tratava bem, jamais pensei que ele era capaz de fazer isso”, relata Amanda.


Segundo a polícia, Magno Ribeiro da Silva, o principal suspeito do triplo homicídio, trabalhava em uma barbearia próxima ao local do crime. Após o ataque, a padaria ainda está com as portas fechadas. A família decidiu colocar o comércio à venda.

Conforme as investigações, a suspeita é de que o homem queria ter um relacionamento com Nathielly Kamilly Fernandes Faria, de 16 anos, prima de Emanuely, mas ela teria dito que não queria. Nathielly estava trabalhando no caixa da padaria no momento do ataque, ela foi a primeira a ser baleada pelo autor. A outra vítima é Ione Ferreira Costa, de 56 anos, cliente do estabelecimento.


“No primeiro disparo, tenho certeza de que a Emanuely tentou ajudar a prima e acabou levando um tiro na cabeça”, diz a mãe.

De acordo com a PM, testemunhas disseram que antes do crime, o atirador discutiu com Nathielly, mas essa versão foi contestada pela quarta vítima de 19 anos, que sobreviveu ao ataque. Ela contou para os policiais que o criminoso chegou em silêncio, já atirando. Ainda conforme o relato, o homem chegou a apontar a arma para ela, mas desistiu e fugiu em uma moto.


“Ele disse que não atirou não foi por sorte dela, mas tinha acabado as balas”, conta Amanda.

Oito dias após o crime, a família espera que a justiça seja feita e que o autor pague pelo crime.


“Ele destruiu três famílias, espero que continue preso”, relata Amanda.

*Estagiária sob supervisão de Cler Santos

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