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Família de chinesa morta em BH tem histórico de brigas

Polícia encontrou marcas de sangue no apartamento enquanto prendia a filha e o viúvo da vítima, que são suspeitos do crime

Minas Gerais|Vinícius Rangel, da Record TV Minas

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Dados policiais levantados pela reportagem apontam que a família da chinesa encontrada morta, aos 75 anos, em um apartamento em Belo Horizonte tem histórico de violência. O viúvo e a filha da vítima foram presos, nesta terça-feira (12), como suspeitos do crime. O caso aconteceu em agosto de 2019.

Caso aconteceu no bairro Floresta, em BH
Caso aconteceu no bairro Floresta, em BH

Em janeiro de 2016, Jane Nei Lee Ko registrou um boletim de ocorrência contra a filha. Segundo o relato, as duas entravam em atrito verbal constantemente.


Jane contou aos policiais que foi sufocada pela filha, pois havia questionado sobre o uso de bebida alcoólica. De acordo com os policiais, durante o registro da ocorrência, a filha afirmou que tiraria todo dinheiro dos pais e os deixaria morar na rua.

Já em novembro de 2016, foi a filha do casal quem registrou uma ocorrência de agressão contra o pai. Segundo o boletim, ela estava em uma pizzaria quando foi abordada pelo idoso. Ele queria um documento dele que estaria com ela. Ao negar entregar a carteira, ela teria sido puxada pelo braço e sufocada pelo pai. A filha ainda afirmou ter um laudo médico comprovando que o pai sofria de transtornos mentais.


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Marcas de sangue

O Pai, de 81 anos, e filha, de 53 anos, foram presos no apartamento da família, mais de dois anos após o assassinato de Jane, que foi encontrada amordaçada. Durante as buscas, nesta terça-feira (12), a polícia encontrou marcas de sangue no local.


A RecordTV Minas teve acesso a um documento que aponta que as manchas foram encontradas na parede da sala, no corredor de acesso aos quartos, na porta e na cortina do quarto do viúvo. Ainda não há informações sobre a origem do material. A perícia foi acionada.

A Polícia Civil informou que não vai comentar o caso para não atrapalhar as investigações, que estão em curso. A reportagem tenta contato com a defesa dos detidos.

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