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Investigados por tomar 3 vacinas são empresários tradicionais de BH

MP quer o casal, dono de uma joalheria e uma construtora, pague R$ 2 milhões em indenização pela suposta irregularidade

Minas Gerais|Do R7, com Record TV Minas

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A dona de uma joalheria tradicional de Belo Horizonte e o marido, também empresário, são o casal investigado pelo MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) suspeito de tomar três vacinas contra a covid-19.

Nesta segunda-feira (12), o órgão pediu à Justiça que a dupla seja obrigada a pagar R$ 2 milhões por danos morais coletivo e social em função da suposta irregularidade. A Justiça já determinou que eles deverão ser multados em R$ 1 milhão caso tomem uma quarta dose.


Casal teria tomado terceira dose da Pfizer
Casal teria tomado terceira dose da Pfizer

De acordo com o processo, Terezinha Geo Rodrigues e Jacques Rodrigues, dono de uma construtura, foram imunizados com duas doses da CoronaVac em Belo Horizonte, onde moram, e teriam recebido a terceira dose da Pfizer, em Rio Novo, a 297 km da capital mineira, onde eles têm uma fazenda. A reportagem tenta contato com a defesa do casal.

Segundo informações da Promotoria de Justiça da Comarca de Rio Novo, o município de Rio Novo possui 8.712 habitantes e recebeu, até agora, menos de 6 mil doses, suficientes para imunizar menos da metade da população. A Promotoria alega que a conduta dos suspeitos “poderá comprometer a campanha de vacinação da cidade”.

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