Julgamento de chacina em festa infantil é adiado em Ribeirão das Neves, na Grande BH
Sessão com oito réus não ocorre após suspeita de tuberculose em um dos acusados; nova data ainda será definida
Minas Gerais|Cler Santos, do R7.

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A Justiça adiou o julgamento dos oito acusados de participação em uma chacina ocorrida durante uma festa infantil, em maio de 2024, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A sessão estava marcada para esta segunda-feira (13), no Tribunal do Júri da comarca, mas foi suspensa após um dos réus apresentar suspeita de infecção por tuberculose, o que inviabilizou sua presença para evitar risco de contaminação.
O adiamento foi solicitado pelas defesas e contou com a anuência do Ministério Público. As partes alegaram a impossibilidade de desmembramento do júri, defendendo que o julgamento ocorra de forma conjunta, sob risco de nulidade. Diante disso, o juiz responsável pelo caso determinou a remarcação da sessão para uma nova data, que ainda será definida.
Relembre o caso
A chacina aconteceu na noite de 23 de maio de 2024, em um sítio no bairro Areias de Baixo, durante uma festa de aniversário infantil, em Ribeirão das Neves, regi. Ao menos três pessoas morreram, incluindo duas crianças — uma delas o aniversariante, de 9 anos — após um ataque a tiros.
As vítimas fatais foram Filipe Junior Moreira Lima, de 26 anos, Heitor Felipe Moreira de Oliveira, de 9 anos, e Laís Emanuele Pereira de Oliveira, de 11 anos.
Segundo a Polícia Militar, o crime pode ter sido motivado por uma disputa entre grupos rivais. Durante a comemoração, uma publicação em rede social teria chamado a atenção de criminosos, que invadiram o local armados e efetuaram diversos disparos.
Além dos mortos, outras pessoas foram baleadas e socorridas para unidades de saúde da região. Uma das vítimas precisou de cuidados mais intensivos, enquanto outras foram atendidas e liberadas.
Ainda de acordo com a PM, um dos suspeitos de participar do ataque também foi baleado e procurou atendimento médico em Contagem, onde ficou sob escolta policial. O outro envolvido conseguiu fugir e, até então, não havia sido localizado.
A perícia da Polícia Civil esteve no local para os trabalhos de investigação, e o caso segue em andamento à espera da nova data para julgamento.
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