Minas Gerais Mãe adotiva condenada a 17 anos por apoiar estupro é presa

Mãe adotiva condenada a 17 anos por apoiar estupro é presa

Vítima era constantemente assediada e estuprada pelo irmão e o crime era apoiado pelos pais adotivos; estuprador foi condenado a 24 anos de prisão

Crime ocorreu em 2016 em Joaíma, no Jequitinhonha

Crime ocorreu em 2016 em Joaíma, no Jequitinhonha

Reprodução / Google Street View

A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, nesta terça-feira (10), uma mulher condenada há 17 anos de prisão por envolvimento em estupro de vulnerável. A vítima era sua filha adotiva.

O crime aconteceu em 2016 no município de Joaíma, a 700 km de Belo Horizonte. A vítima, menor de idade, era frequentemente assediada e abusada pelo filho biológico da mulher.

De acordo com as investigações, os estupros aconteciam com o apoio tanto dela como do marido. Na época da denúncia, a acusada chegou a ameaçar os agentes do Conselho Tutelar da cidade, desafiando-os a tentar continuar com a investigação.

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Condenação

A mulher e o marido foram condenados a mais de 17 anos pela participação nos casos de estupro. Já o filho, que era quem cometia os atos sexuais, foi condenado a mais de 24 anos de prisão pelo crime. Logo após a condenação, ela e o marido dela fugiram e passaram a ser considerados foragidos.

Neste ano, a Polícia Civil da Bahia conseguiu prender o marido da condenada no Sul do estado nordestino. A partir destas informações, a PCMG conseguiu localizar a mulher, que foi presa no distrito de Umburaninha, em Bertópolis, a 638 km da capital mineira e na divisa entre Minas Gerais e Bahia. Ela foi encaminhada ao sistema prisional para o cumprimento da pena.

*Estagiário do R7 sob a supervisão de Lucas Pavanelli.

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