Mãe denuncia falha no ar-condicionado do CTI pediátrico do Hospital Infantil João Paulo II, em BH
Famílias relatam que a unidade está muito quente, o que tem preocupado em relação à recuperação dos bebês e crianças
Minas Gerais|Andrea Silva, da Record Minas
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A mãe de um bebê internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI) pediátrico do Hospital Infantil João Paulo II, em Belo Horizonte, enviou um vídeo e uma denúncia formal relatando que o sistema de ar-condicionado da unidade estaria sem funcionar há pelo menos três dias. Segundo ela, o problema foi comunicado à ouvidoria do hospital, porém, até o momento, não houve solução definitiva.
Segundo o relato da mãe, o calor dentro do CTI estaria afetando diretamente o bem-estar das crianças em estado de saúde delicado. Ainda segundo a denunciante, algumas das crianças teriam apresentado febre nos últimos dias, o que causa preocupação entre as famílias e equipes que acompanham a rotina da unidade.
“Não é um ataque ao hospital. É um pedido urgente por humanidade, saúde pública e proteção às crianças. O calor é intenso, e os bebês estão sofrendo. Precisamos de ajuda para que essa situação seja resolvida com urgência”, afirmou a mãe.
A denunciante diz temer que a situação possa agravar o quadro clínico dos bebê e crianças já fragilizados. Ela diz que o apelo é para que o problema seja tornado público e receba atenção imediata da gestão do hospital e dos órgãos de saúde competentes.
Problema em meio a onda de calor
A falha no ar condicionado do Hospital ocorre justamente em um momento em que o INMET mantém alertas Laranja e Amarelo para o estado, indicando que os termômetros têm atingido valores acima da média por vários dias consecutivos, o que representa riscos moderados a altos para a saúde, especialmente para grupos vulneráveis.
Em Belo Horizonte, a Defesa Civil municipal também reforçou o alerta e registrou 35,2º na sexta-feira (26), segunda maior temperatura de 2025, e 35°C no sábado (27), a terceira maior temperatura do ano até agora (o dia mais quente foi em 7 de outubro).
Em unidades de terapia intensiva, a temperatura ambiente é um fator relevante para o bem-estar e para a estabilidade clínica dos pacientes, especialmente crianças e bebês com baixa imunidade ou fragilidade respiratória. Ambientes mais quentes podem favorecer desconforto, agitação e dificuldade para manter a regulação térmica, o que gera apreensão entre familiares.
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