Médico é preso suspeito de abuso sexual contra paciente em clínica de BH
Profissional de 31 anos teve prisão em flagrante ratificada por estupro; defesa e Conselho de Medicina foram acionados
Minas Gerais|Ricardo Vasconcelos, da RECORD Minas

Um médico de 31 anos foi preso suspeito de cometer abuso sexual contra uma paciente de 18 anos, por volta de 11h dessa quarta-feira (11), em uma clínica particular localizada no bairro Santa Efigênia, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.
De acordo com a Polícia Militar, a jovem procurou a unidade de saúde para realizar um exame de ultrassom abdominal. Após o procedimento, no entanto, o profissional teria iniciado um exame intravaginal que não havia sido previamente combinado com a paciente. Em seguida, segundo o relato da vítima, o médico tentou agarrá-la e manter relações com ela.
A jovem conseguiu sair do consultório e correu até a rua, onde encontrou uma viatura da PM e contou o que havia acontecido. Ainda conforme a ocorrência, o médico negou a versão apresentada e afirmou que a paciente esteve na clínica sem pedido médico, tendo sido submetida apenas a um procedimento considerado padrão. Ele foi conduzido à Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher.
Em nota, a Polícia Civil informou que o suspeito foi ouvido na noite de quarta-feira (11) e que a delegada ratificou a prisão em flagrante pelo crime de estupro. Após os procedimentos de polícia judiciária, o médico foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça. A corporação também solicitou ao Poder Judiciário a conversão da prisão em preventiva. A investigação segue na Delegacia Especializada de Combate à Violência Sexual para completa elucidação dos fatos.
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública informou que o homem está sob custódia no Presídio Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves, desde o início da tarde de quinta-feira (12).
Procurada, a clínica declarou, por meio de mensagem, que não possui informações sobre o caso nem contato do advogado do profissional e, por isso, não teria nada a declarar até o momento. O advogado do suspeito e o Conselho de Medicina também foram demandados sobre a ocorrência, mas não respondeu até a publicação desta reportagem.
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