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Cartório recusa registro de criança com nome africano em Belo Horizonte

Sem registro, recém-nascida está sem acesso a serviços médicos essenciais

MG Record|Do R7

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Uma família de Belo Horizonte enfrenta dificuldades para registrar a filha recém-nascida com um nome composto de origem africana. O cartório recusou o nome "Mibop", alegando ser um sobrenome. A criança, nascida em 22 de setembro, está sem registro, o que impede a realização de serviços médicos essenciais, como o teste do pezinho. O pai destacou que a recusa tem causado constrangimento à família e reforçou que o argumento legal foi subjetivo. A família aguarda a resposta de outro cartório e, se necessário, pretende levar o caso ao Poder Judiciário. Para eles, o racismo institucional ainda se manifesta em órgãos públicos.

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