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Elefante Jamba será preservado e ganhará espaço no Museu de Ciências Naturais da PUC Minas

Símbolo do zoológico de BH por quase três décadas, animal será empalhado e integrará acervo ao lado de outros mamíferos de grande porte

MG Record|Do R7

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Após emocionar visitantes por 27 anos no Jardim Zoológico de Belo Horizonte, o elefante africano Jamba, que morreu na última quarta-feira (26), será preservado e passará a integrar o acervo do Museu de Ciências Naturais da PUC Minas. O animal será submetido a um processo de taxidermia, popularmente conhecido como empalhamento e, futuramente, poderá ser exposto ao lado de exemplares de outros mamíferos de grande porte.

Jamba morreu em decorrência de um grave quadro inflamatório em uma das patas. Agora, terá sua história preservada com fins educativos. “A ideia é que ele continue exercendo seu papel na educação ambiental, agora como parte do museu”, explica a equipe técnica da PUC Minas. O processo de preparação do corpo deve durar de quatro a cinco meses, dependendo das condições climáticas.

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