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Minas confirma 3 casos de Mpox em 2026; todos os pacientes tiveram cura

Dois registros são em Belo Horizonte e um em Contagem; infectados são homens entre 35 e 45 anos

Minas Gerais|Ana Paula Valentim*, da RECORD Minas e Cler Santos, do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais confirmou três casos de Mpox em 2026.
  • Os pacientes são homens entre 35 e 45 anos, com dois casos em Belo Horizonte e um em Contagem.
  • Todos os infectados evoluíram para a cura, mas devem seguir precauções durante o período de transmissão.
  • O tratamento é de suporte, já que não há medicamento específico, e a vacinação é recomendada para grupos de risco.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Dois casos foram registrados em Belo Horizonte, e um em Contagem. Os pacientes são do sexo masculino, com idade entre 35 e 45 anos. ND Mais

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou, nesta terça-feira (24), três casos de Mpox em Minas Gerais neste ano de 2026. Segundo a pasta, todos os pacientes evoluíram para cura.

Dois casos foram registrados em Belo Horizonte, com confirmações nos dias 7 e 29 de janeiro. O terceiro foi identificado em Contagem, também confirmado em 29 de janeiro. Os três pacientes são homens, com idades entre 35 e 45 anos.


Entre os principais sintomas da doença estão lesões na pele, aumento de ínguas, febre, dor de cabeça e no corpo, calafrios e fraqueza. A orientação é que, ao apresentar sinais suspeitos, a pessoa procure uma Unidade Básica de Saúde para avaliação clínica e informe possível contato com caso suspeito ou confirmado.

A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e objetos contaminados. Para prevenção, recomenda-se evitar contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença e utilizar equipamentos de proteção individual, como luvas e máscaras, em situações de cuidado.


Pessoas com suspeita ou confirmação devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissão e não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas, lençóis e talheres. A SES-MG reforça ainda a importância da higiene frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel.

O tratamento é de suporte clínico, voltado para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. A maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada, e não há medicamento específico para a doença.


A vacinação é direcionada a grupos com maior risco de formas graves, como pessoas vivendo com HIV/aids com imunossupressão e profissionais de laboratório que atuam com nível de biossegurança 2, além de contatos diretos de casos suspeitos.

*Estagiária sob supervisão de Cler Santos.

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