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Mineiro viraliza ao fazer expedição em busca de sucuris e registra encontro com sete cobras gigantes 

Ideia do influenciador era achar a cobra viva na natureza e provar que o animal só ataca quando se sente ameaçado; expedição vai virar documentário

Minas Gerais|Do R7, com Helen Oliveira, da Record Minas

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Biólogo explica que existem três tipos de Sucuri, encontradas no Pará e Amapá, Pantanal e em MG
Biólogo explica que existem três tipos de Sucuri, encontradas no Pará e Amapá, Pantanal e em MG

Um mineiro viralizou nas redes sociais ao embarcar em uma expedição em busca de "sucuris". O jovem montou uma equipe e esperava ver, pelo menos, uma cobra gigante, mas encontrou sete durante a viagem. Com as imagens, ele espera contribuir para a preservação animal. 

Os registros feitos pela equipe mostram o mineiro Natan Mendes em busca da sucuri. Ele conta que a ideia era achar a cobra viva na natureza e provar que o animal só ataca quando se sente ameaçado. 


“A gente começou a estudar a possibilidade de fazer um documentário sobre as sucuris, mostrando para as pessoas que a sucuri não é aquele monstro mostrado nos cinemas. As pessoas têm uma crença muito limitante que esse animal vai sair da água, vai atacar e devorar um ser humano. E aí nós pensamos: a gente precisa atualizar essas pessoas que isso é um mito", explicou o influenciador.

A expedição durou 15 dias e passou pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. Na cidade de Bonito (MS), Natan e a equipe foram surpreendidos com duas sucuris juntas.


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O influenciador explica que contou com o apoio de um biólogo, um veterinário e um guia. Ele reforçou que ir atrás das sucuris sozinho seria um risco, mas com a equipe garantiu a segurança para fazer registros que vão virar um documentário.

O biólogo da Fundação Ezequiel Dias (FUNED), Rafael Batista Pereira, explica que existem três tipos de Sucuri, encontradas no Pará e Amapá, Pantanal e em Minas, onde ficam as maiores. Ele diz que a cobra não é venenosa, ataca a presa por constrição, ou seja, enrolando com força a presa até que o fluxo sanguíneo dela seja interrompido. O especialista reforça que a sucuri não tem costume de matar pessoas. 

“De via geral, é um animal que não é agressivo. É só você manter distância dele e deixá-lo seguir o seu caminho“, explicou o biólogo. 

Natan usa seus canais nas redes sociais com mais de 4 milhões de seguidores para divulgar a importância da preservação da espécie. "Se as coisas continuarem como estão hoje, daqui a 20 anos, essa juventude não vai conseguir ver um animal como esse na natureza. A importância de mostrar um conteúdo como esse é a preservação, para que essas pessoas, no futuro, consigam ver esse animal livre na natureza", disse o influenciador. 

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