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Moradoras da Grande BH protestam por justiça após babá ser espancada e jogada em lagoa

Suspeito chegou a ser preso, mas acabou sendo liberado, o que causou revolta entre familiares, moradores e movimentos de mulheres da região

Minas Gerais|Do R7, com Rosildo Mendes, da RECORD Minas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Moradoras de Santa Luzia protestam por justiça após a babá ser brutalmente espancada e jogada em uma lagoa.
  • A vítima foi socorrida com graves ferimentos e permanece internada no Hospital Odilon Behrens em Belo Horizonte.
  • Um suspeito de ataque foi preso, mas liberado, gerando revolta na comunidade e movimentos feministas da região.
  • A Polícia Civil investiga o caso, que tramita na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher com prioridade.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Moradoras do bairro organizaram o protesto para cobrar justiça, mais segurança e a prisão do suspeito Reprodução/Record Minas

Moradoras do bairro Duquesa II, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, fizeram neste domingo (25) um protesto pedindo justiça e a prisão do suspeito de agredir uma babá, de 48 anos. A mulher foi brutalmente espancada e jogada dentro de uma lagoa na manhã do último sábado (17), em uma tentativa de homicídio.

Segundo as informações apuradas, a babá saiu de casa para trabalhar e, durante o trajeto entre a casa e o ponto de ônibus, foi atacada. Após sofrer diversas agressões, ela foi lançada na lagoa, onde começou a se afogar.


A vítima foi socorrida por um casal que passava pelo local e percebeu o corpo da babá às margens da lagoa. As testemunhas retiraram ela da água e acionaram a Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Fora da lagoa, a mulher não conseguia falar e apenas gemia de dor.

A vítima foi encaminhada em estado grave para o Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte, onde permanece internada. Segundo os médicos, ela sofreu fraturas nos braços, pernas e costelas, além de vários ferimentos no rosto e na cabeça.


Segundo o Boletim de Ocorrência, um suspeito chegou a ser preso e um pedaço de madeira, que teria sido usado nas agressões, foi apreendido e encaminhado à Polícia Civil. No entanto, o homem acabou sendo liberado, o que causou revolta entre familiares, moradores e movimentos de mulheres da região.

Diante da gravidade do crime, moradoras do bairro organizaram o protesto para cobrar justiça, mais segurança e a prisão do suspeito. Há relatos de outras mulheres que afirmam já terem sido perseguidas pelo mesmo homem.


O advogado da família informou que entrou com um novo pedido de prisão, que aguarda decisão da Justiça. Enquanto isso, familiares e moradores seguem mobilizados, à espera de respostas.

Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que, no momento da apresentação da ocorrência, a autoridade policial responsável não identificou indícios suficientes para ratificar a prisão em flagrante, com base nos elementos disponíveis naquele momento e nos critérios previstos na legislação penal. A corporação ressaltou que a análise do flagrante é um ato técnico e jurídico, realizado de forma criteriosa, para garantir a legalidade do procedimento e os direitos previstos em lei.


A PCMG informou ainda que o caso segue em apuração na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Santa Luzia e tramita com prioridade.

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