Minas Gerais MP vistoria escolas públicas e avalia estrutura para volta às aulas em MG

MP vistoria escolas públicas e avalia estrutura para volta às aulas em MG

Promotores foram à Escola Estadual Mendes Júnior, em Belo Horizonte, e constataram condições inadequadas para retorno da atividade presencial

Primeira vistoria foi feita na Escola Estadual Mendes Junior

Primeira vistoria foi feita na Escola Estadual Mendes Junior

Reprodução/Google Maps

Promotores do MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) começaram a vistoriar escolas públicas municipai e estaduais, em Belo Horizonte. O objetivo é verificar se as instituições de ensino têm condições de receber uma eventual volta às atividades presenciais. Desde o fim de março, as escolas estão fechadas na capital mineira.

A vistoria verifica como está organizada a metragem para o acesso à escola, o distanciamento das carteiras nas salas de aula e o espaço de movimentação dos professores.

De acordo com o MP, o trabalho também verifica se a estrutura da escola é adequada para a aferição de temperatura para acesso dos alunos e funconários e se há condições de higienização de objetos e ambientes escolares, como a disponibilidade de papel toalha, álcool gel, produtos de limpeza, sabão, máscaras e luvas, além de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) para os colaboradores.

Outra preocupação da instituição é saber se a escola organizou cronograma de uso de refeitórios, com a finalidade de evitar aglomerações e fluxos de alunos, de forma a manter o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre eles, e se já organizou como será a disponibilização do alimento aos estudantes.

Outro ponto abordado pelos promotores é se houve capacitação dos funcionários das escolas para adotarem as medidas de prevenção e controle da covid-19.

Primeira vistoria

A primeira vistoria foi feita na última sexta-feira (4), na Escola Estadual Mendes Júnior, no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte. Segundo o MP, os principais problemas no local são a superlotação das salas, a falta de condições sanitárias e internet de má qualidade.

Na unidade, ficou constatado que não houve aquisição de EPI nem qualquer tipo de formação para os profissionais da escola.

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