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No Dia da Mulher, mãe de três filhos é morta com mais de 30 facadas na Grande BH

Principal suspeito do crime é o companheiro da vítima, lutador de artes marciais, que fugiu e ainda não foi localizado

Minas Gerais|Do R7, com Raquel Penaforte e Mayara Folco, da RECORD Minas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma mulher de 30 anos foi vítima de feminicídio em Belo Horizonte, com mais de 30 facadas.
  • O crime ocorreu após uma discussão motivada por ciúmes entre a vítima e seu companheiro, um lutador.
  • O suspeito fugiu antes da chegada da polícia e ainda não foi localizado.
  • O caso está sendo investigado como feminicídio, com buscas em andamento para encontrar o autor do crime.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Vítima trabalhava como salva-vidas e era mãe de três crianças, de 5, 8 e 10 anos Reprodução/Redes Sociais

Uma mulher de 30 anos foi vítima de feminicídio na madrugada deste domingo (08), no bairro Baronesa, em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A vítima foi morta com mais de 30 golpes de faca dentro da própria casa. O principal suspeito do crime é o companheiro dela, lutador de artes marciais, que fugiu e ainda não foi localizado.

Segundo a Polícia Militar, o casal havia chegado do trabalho por volta das 17h. Durante a noite e a madrugada, os dois começaram a discutir. De acordo com o relato da polícia, a briga teria começado após o homem voltar para casa com uma pizza. Em meio à discussão, ele atacou a vítima com uma faca dentro do quarto. Quando os militares chegaram ao local, a mulher já estava sem vida.


A mulher trabalhava como salva-vidas e era mãe de três crianças, de 5, 8 e 10 anos. Segundo familiares, os filhos presenciaram a discussão entre o casal. As crianças foram retiradas da casa com a ajuda da avó paterna e de vizinhos. Durante a briga, elas chegaram a pedir socorro para a mãe.

A irmã da vítima a descreve como uma jovem alegre e cheia de planos. Segundo ela, as crianças ainda não sabem que a mãe morreu e acreditam que ela foi levada por uma ambulância.


Segundo a Polícia Militar, a frieza do suspeito chamou a atenção dos investigadores. Antes do crime, ele teria avisado à própria mãe que iria “resolver um problema”. Depois de matar a companheira, ainda teria minimizado o que fez, dizendo que havia cometido “um homicídiozinho” e que voltaria depois.

O relacionamento entre os dois durou mais de sete anos e era marcado por conflitos constantes. A mulher já havia registrado diversos boletins de ocorrência contra o companheiro por agressões e ameaças.


Segundo familiares, a relação seguia o padrão do ciclo da violência doméstica: após episódios de agressão, vinham pedidos de perdão e promessas de mudança. Ainda de acordo com parentes, o suspeito já tinha histórico de violência doméstica e também faria uso de drogas.

Após o crime, ele fugiu e segue sendo procurado pela polícia.

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