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Polícia Civil ouve colegas de trabalho de escrivã que morreu em Carandaí (MG)

Rafaela Drummond foi encontrada morta na casa dos pais no dia 9 de junho deste ano

Minas Gerais|Lucas de Carvalho*, da TV Record Minas

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Escrivã revelou denúncias de assédio para amigos
Escrivã revelou denúncias de assédio para amigos Divulgação/ redes sociais

A Polícia Civil ouviu, nesta quinta-feira, em Barbacena (MG), a 172 km de Belo Horizonte, os policiais que trabalhavam com Rafaela Drumond, a escrivã de 32 anos que foi encontrada morta em Carandaí, no Campo das Vertentes.

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Na última sexta-feira (23), o delegado Itamar Claudio Netto e o investigador Celso Trindade de Andrade, superiores da escrivã, foram transferidos para a unidade de Conselheiro Lafaiete, a 96 km da capital mineira. Conforme o texto publicado no Diário Oficial Eletrônico de Minas Gerais, o delegado foi removido das atribuições da delegacia de Carandaí a pedido próprio. Já o investigador foi transferido por iniciativa da administração pública.


Rafaela foi encontrada morta na casa dos pais, no dia 9 de junho deste ano. Rafaela teria relatado estar sobrecarregada e ter sido assediada pelos superiores na corporação. 

Nota da Polícia Civil na íntegra:


"Polícia Civil ouve colegas de trabalho de escrivã que morreu em Carandaí (MG)A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informa que, nesta manhã (29/6), uma equipe da Corregedoria-Geral da Polícia Civil compareceu ao Departamento de Polícia Civil, em Barbacena, para ouvir policiais civis que trabalharam com a escrivã em Carandaí. A PCMG esclarece que se trata de procedimento padrão atinente à investigação, que segue o curso normal. Outras informações serão prestadas em momento oportuno."

*Estagiário sob supervisão de Pablo Nascimento

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