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Polícia encontra 61 cães em situação de maus-tratos e prende tutora em MG

Mulher afirmou que mantinha um canil com fins comerciais, mas não apresentou alvará de funcionamento nem documentação

Minas Gerais|Maria Luiza Reis, do R7 e Stephanie Lisboa, da RECORD Minas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma mulher de 38 anos foi presa por maus-tratos a 61 cães em Dores do Indaiá, MG.
  • Os cães estavam em condições precárias e em um ambiente insalubre, sem comida e água adequadas.
  • A mulher não apresentou alvará para manter um canil comercial.
  • Todos os cães foram apreendidos e o marido da suspeita terá 15 dias para providenciar um local adequado para eles.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Uma médica veterinária foi acionada para avaliar os animais e emitiu um laudo técnico sobre as condições encontradas Divulgação/Polícia Militar de Meio Ambiente

Uma mulher de 38 anos foi presa suspeita de maus-tratos a animais após a Polícia Militar de Meio Ambiente encontrar 61 cães em condições precárias dentro de uma casa, em Dores do Indaiá, na região Centro-Oeste de Minas, nesta segunda-feira (23).

A ação ocorreu após uma denúncia de que os animais não estariam recebendo comida e água regularmente, além da suspeita de que filhotes eram vendidos pela internet. No local, os militares foram recebidos pela tutora, que autorizou a entrada da equipe para fiscalização.


Durante a vistoria, foram encontrados cães de diferentes raças, sendo seis Golden Retriever, dois Lulu da Pomerânia, um Yorkshire e 52 Shih-tzu. Segundo a polícia, a maioria dos animais estava confinada em dois cômodos pequenos, com pouca ventilação e temperatura elevada. Parte deles também estava em gaiolas, enquanto outros permaneciam soltos no lote.

Ainda de acordo com a ocorrência, dois cães foram localizados em um terreno ao lado da casa, sem acesso a água e alimento e com abrigo inadequado. O imóvel apresentava forte odor de fezes e urina, indicando falta de limpeza e condições insalubres.


A mulher afirmou que mantinha um canil com fins comerciais, mas não apresentou alvará de funcionamento nem documentação que autorizasse a atividade.

Uma médica veterinária foi acionada para avaliar os animais e emitiu um laudo técnico sobre as condições encontradas. Diante da situação, a polícia configurou, em tese, crime de maus-tratos, além de infração administrativa ambiental.


Por causa do grande número de animais e da dificuldade de destinação imediata, o Ministério Público foi acionado. Ficou definido que o marido da suspeita ficará provisoriamente responsável pelos cães e terá até 15 dias para providenciar um local adequado, com condições de higiene e bem-estar. Após o prazo, uma nova vistoria será realizada.

A mulher foi encaminhada para as autoridades competentes.

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