Polícia prende mais um suspeito de participar de ataque a agência bancária no interior de MG
Homem, que faria a escolta do bando, foi encontrado no bairro São Benedito, em Juiz de Fora, a 255 km da capital
Minas Gerais|Lucas Eugênio, da RECORD MINAS
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A polícia prendeu mais um suspeito do ataque a uma agência bancária de Guidoval, cidade da Zona da Mata mineira a 262 km de Belo Horizonte, nesta sexta-feira (10). O homem, que faria a escolta do bando, foi encontrado no bairro São Benedito, em Juiz de Fora, a 255 km da capital.
A Polícia Civil esclareceu que o suspeito foi conduzido pela equipe do Núcleo de Inteligência da delegacia Regional de Juiz de Fora à delegacia de plantão, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de organização criminosa e embaraço à investigação. Depois dos procedimentos, ele foi levado para o Sistema Prisional, onde está a disposição da Justiça.
A instituição esclareceu que as investigações continuam com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer completamente os fatos.
Relembre o caso
O ataque aconteceu por volta das 2h30 da sexta-feira (10). Segundo a Polícia Militar, os criminosos encapuzados e armados com armas de grosso calibre, semelhantes a fuzis, usaram explosivos para destruir o banco. Parte da ação foi registrada por câmeras de segurança. Veja o vídeo:
As imagens mostram os suspeitos nas imediações da agência no momento da detonação, alguns chegam a ser atingidos por estilhaços e um deles foi arremessado com a força da explosão. Apesar da violência do ataque e dos danos ao prédio, não houve vítimas.
Após o crime, dezenas de viaturas foram mobilizadas e fizeram um cerco na cidade. Os suspeitos fugiram inicialmente em um carro, mas, com o avanço das diligências, a Polícia Militar conseguiu identificar e prender três envolvidos. A corporação não informou se alguma quantia foi levada durante a ação.
De acordo com a Polícia Civil, os suspeitos tentaram dificultar a resposta policial, incendiando veículos e espalhando objetos perfurantes pelas vias de acesso. Três deles foram presos pela Polícia Militar poucas horas após o crime.
Como a agência bancária pertence ao governo federal, a Polícia Federal foi acionada e conduz as investigações, com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais. Além disso, uma equipe do Batalhão de Operações Especiais (Bope), de Belo Horizonte, foi deslocada de avião para reforçar os trabalhos na região.
O Banco do Brasil informou que a polícia foi acionada exatamente um minuto após identificar a movimentação dos suspeitos ao redor da agência e ressalta que os criminosos não levaram qualquer cédula da unidade.
O banco ressaltou que o investimento em tecnologia de monitoramento e inteligência, em dispositivos para tingir e dilacerar papel-moeda em caso de ataques e o uso de cofres mais modernos, resistentes a explosões, explicam a diminuição de casos deste tipo ao longo dos últimos anos.
A instituição declarou também que a agência está fechada para perícia e atua para restabelecer o atendimento no menor tempo possível. Os clientes que necessitarem de serviços presenciais podem procurar as agências nas cidades mais próximas, em Rodeiro e Guiricema.
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