Minas Gerais Polícia procura por treinador que teria abusado de aluno em clube

Polícia procura por treinador que teria abusado de aluno em clube

Jovem de 14 anos se mudou para Ibirité (MG) para tentar se tornar jogador de futebol e denunciou após 1 mês de abusos

  • Minas Gerais | Lucas Pavanelli, do R7, com Talyssa Lima, da RecordTV Minas

Abuso teria ocorrido dentro de clube em Ibirité

Abuso teria ocorrido dentro de clube em Ibirité

Reprodução/Google Maps

A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o caso de garoto de 14 anos que teria sido estuprado pelo seu próprio treinador de futebol, de um clube de Ibirité, na região metropolitana de Belo Horizonte. 

O caso chegou até o Conselho Tutelar da cidade nesta quinta-feira (13) e um boletim de ocorrência foi registrado na Polícia Civil. O suspeito fugiu e é preocurado pelas autoridades. 

De acordo com as investigações, o jovem disse que se mudou do interior para a cidades da Grande BH, para tentar a carreira como jogador de futebol, a convite do próprio treinador. O adolescente mora em um alojamento dentro do clube e disse que, há um mês, sofre abusos sexuais do suspeito. 

No boletim de ocorrência, a vítima afirma que o treinador esperava os outros alunos irem embora para ficar sozinho com o garoto. Em algumas ocasiões, o suspeito teria dito que iria fazer massagem no abdôme da vítima e aproveitava para passar a mão em suas partes íntimas.

O menino foi encaminhado pelas autoridades até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Ibirité, onde passou por exames.

Outros casos

Ainda segundo o relato do adolescente, após os abusos, o suspeito pedia para que ele não contasse a ninguém e oferecia R$ 100 para que ele mantivesse o silêncio. O jovem disse, ainda, que só teve coragem de denunciar o técnico depois de ser informado que ele havia tentado abusar de outros dois colegas de clube. 

A informação consta no boletim de ocorrência. Segundo os registros, os dois garotos procuraram um administrador do clube para relatar os abusos e foram informados por ele que o técnico era autônomo e que, em dois anos, não havia suspeita sobre a sua conduta. 

Segundo o relato, o funcionário ligou para o treinador, que negou os abusos. No entanto, após a ligação, ele não voltou mais ao clube e, agora, é procurado pela polícia.  

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