Minas Gerais Prédio desaba em BH e deixa 30 moradores ilhados durante chuva

Prédio desaba em BH e deixa 30 moradores ilhados durante chuva

Avenidas ficaram alagadas com transbordamento de córregos após as fortes chuvas que atingem a capital desde a sexta-feira (5)

  • Minas Gerais | Samuel Resende*, do R7

Prédio de quatro andares não resistiu as fortes chuvas e desabou no Aglomerado da Serra

Prédio de quatro andares não resistiu as fortes chuvas e desabou no Aglomerado da Serra

Reprodução/Record TV Minas

Um prédio de quatro andares desabou no Aglomerado da Serra, na região Centro-Sul, de Belo Horizonte, na madrugada desta sexta-feira (8), por causa da chuva que atinge a capital desde a última sexta-feira (5).

A construção, que ficava em um dos becos da comunidade, ainda atingiu outros três imóveis e deixou 30 pessoas ilhadas. Ninguém se feriu, já que não havia ocupantes na edificação.

Os escombros encobriram a entrada de dois becos e bloquearam a passagem dos moradores, que ficaram isolados. Após serem resgatados pelo Corpo de Bombeiros, todos foram encaminhados para casa de vizinhos e parentes. 

As casas vizinhas ao imóvel foram interditadas pela Defesa Civil. Por meio de nota,  a Prefeitura de Belo Horizonte informou que a edificação é irregular.

Desmoronamento e alagamentos 

Uma creche que atende cerca de cem crianças carentes no bairro Primeiro de Maio, na região Norte, também foi duramente atingida pela força da chuva. A instituição foi invadida pela enxurrada que aumentou no começo da noite desse domingo (7). 

Objetos, móveis e materiais ficaram jogados ao chão após o alagamento

Objetos, móveis e materiais ficaram jogados ao chão após o alagamento

Reprodução/Record TV Minas

A avenida Tereza Cristina, que liga as regiões noroeste até o Barreiro, ficou novamente algada por conta da forte chuva. Trechos da via foram totalmente destruídos, tomados por buracos, e com pedaços do asfalto arrancados.

O temporal começou por volta das 16h, e atingiu todas as regiões da capital. No entanto, as regiões atingidas com mais intensidade foram Nordeste, Venda Nova, Centro-Sul e Noroeste, justamente por onde passa a Tereza Cristina.

No bairro Primeiro de Maio, a água invadiu ruas e avenidas e destruiu casas. A água arrastou colchões, móveis e ouros itens. Na rua Oscar Lobo Pereira, próximo à Unidade de Pronto-Atendimento do bairro, o muro de uma casa cedeu diante da força da água. A residência havia sido totalmente inundada pela água.

Os residentes perderam as casas e vários móveis. Os eletrodomésticos que restaram foram inutilizados pelo contato com a água. Os comerciantes tiveram as carnes, alimentos e equipamentos severamente danificados pela intensidade da enchente e o que sobrou também não poderá ser aproveitado. 

*Estagiário do R7 sob supervisão de Flavia Miguel y Martins 

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