Prefeitura conclui que não houve erro profissional em mortes de animais no Zoológico de BH
Leoa Pretória, de 14 anos, e a chimpanzé Kelly, de 27, morreram no mesmo mês devido a complicações nos procedimentos de anestesias
Minas Gerais|Verônica Reis*, da Record Minas
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Prefeitura de Belo Horizonte informou, nesta terça-feira (13), que foram concluídas as investigações das mortes da leoa Pretória e da chimpanzé Kelly, no Jardim Zoológico, na região da Pampulha. A sindicância apontou que não houve nenhum indício de erro dos profissionais. As complicações anestésicas foram atribuídas a fatores fisiológicos e clínicos dos animais.
As investigações descartaram a contaminação dos frascos anestésicos e a superdosagem como causas das mortes. A intervenção veterinária foi justificada pela Comissão, que confirmou que as decisões tomadas pelos médicos veterinários foram adequadas.
Mortes
Os dois animais morreram no mesmo mês. A leoa Pretória, de 14 anos, sofreu uma parada respiratória durante um procedimento de anestesia para uma cirurgia dentária, no dia 11 de novembro. A fêmea havia chegado ao Zoológico de BH menos de um mês antes do incidente.
A chimpanzé Kelly, de 27 anos, faleceu na sequência, no dia 12. O animal também morreu após complicações durante uma anestesia. Ela estava com problemas no útero e precisou ser sedada para realizar um procedimento fora do zoológico.
*Estagiária sob supervisão de Maria Luiza Reis
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp
















